Quem me conhece sabe que estou longe da terrinha. Estou na gélida e inóspita Suíça, lugar que tem me feito dizer – ‘tcha frio do caraio- pelo menos umas 5 vezes por dia.
Mas o frio não tem problema algum. Soh o sentimos nos ambientes externos e, quando saímos, estamos bem empacotados. Com o tempo dá pra se acostumar. É verdade!
O que não dá pra se acostumar com a frieza do povo Suíço. Os nativos são de uma frieza, calculismo, chatice, digna de pena. São como os relógios que aqui se produzem.
Antes de continuar, dado curioso. Sabia que a Suíça é produtora exímia de relógios há séculos por uma simples razão, qual seja, o marasmo? Os Suíços da montanha no inverno, sem ter o que fazer, optimizaram a produção de relógios. Por isso os daqui são tão respeitados.
Não vou ficar enaltecendo as qualidades da Suíça, pois são todas aquelas comodiades tecnológicas que o dinheiro do 1 mundo pode te dar. No entanto, país montanhoso e acidentado como é, e escasso de riquezas naturais, gostaria de lembrar que a Suíça depende de importações de todo tipo de mercadorias: trigo, ferro, açúcar, mão-de-obra barata (suprida pelos imigrantes ilegais, para a felicidade de todo governo de 1 mundo) e alegria. Isso mesmo, alegria.
As pessoas aqui não são só chatas, são incrivelmente melancólicas. Os casais brigam por nada, os homens acham interessante ser grossos com os outros, inclusive com as próprias esposas; as mulheres vivem com medo e com cara de choro. As únicas pessoas alegres que vi foram os imigrantes de origem árabe, latina e africana. No mais, os europeus arianos (à la Hitler), são dignos de pena.
Dois exemplos.
1- Estava numa festinha na cidade de Lausanne, capital do Cantão de Vaud (estado de Vaud). A festa era um marasmo só, um monte de barraquinhas mal dispostas e pessoas passeando, flanando sem rumo, uma briga aqui, outra ali, e pouquíssimos sorrisos. Eis que vejo um senhor gritando de dentro de uma barraca. Começo a conversar com ele e rio bastante. 10 minutos depois descubro que o homem que fazia todos rirem era italiano. Óbvio que não era Suíço.
2- No ano novo em Genève, os Suíços que vi mais se preocupavam em beber, quebrar monumentos e brigar entre si. O povo divertido com quem eu estava era composto de poloneses, italianos e marroquinos.
Não gosto tanto assim do Brasil, mas definitivamente prefiro os brasileiros aos relógios suíços.
Saudades dos meus amigos e família.
Beijos
Rafael Moreno.
sábado, 5 de janeiro de 2008
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2 comentários:
poxa, bem no mais acho q deu tudo certo então par vc estar reclamando somente disso. como te vi aqui no precas já tive uma grande vontade de perguntar mais uma vez apesar de saber q vc já tenha escutado muito. e aí, minino vermelho congelado do sol, como foi a suíça? huahuahua
estamos aqui, pronto, pronto!
flw
poxa poxa!
q droguinha! eu tinha tanta vontade de conhecer a Suiça!
De qualquer forma vale a dica, assim nao jogo dinheiro fora :D
Quando eu fui pra Inglaterra, achei que as pessoas seriam bem assim.. frias, geladas... assim como o tempo por lah, mas nem.. os ingleses sao mto insanos. ao menos os que conheci. certa vez o meu hostfather dormiu bebado no chao da cozinha.. lah vou eu tomar agua e eis que tropeço em algo, no caso alguem. O figura tava tao bebado que esqueceu q tava em casa e podia ir dormir na cama...
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